quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Um breve estudo de Bibliologia


O que é a Bíblia?

É uma coleção de 66 livros, divididos em Antigo Testamento e Novo Testamento, sendo 39 livros no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento.

O termo “Bíblia” não se encontra na Bíblia, este termo provém do idioma grego (biblion) e significa rolo ou livro. Uma folha de papiro, uma espécie de planta que era preparada para a escrita, era denominada biblion, e vários destes eram uma bíblia, ou seja, uma coleção de livros pequenos, logo, a Bíblia é uma coleção de pequenos livros.

A Bíblia foi escrita por cerca de 40 escritores diferentes, em épocas e situações as mais diversas, em um período que percorre cerca de 1600 anos, contudo, sua mensagem é uniforme, seus 66 livros se encaixam com uma perfeição fora do comum.

A Bíblia foi escrita originalmente em Hebraico e Grego. O AT foi escrito em hebraico, com exceção de algumas partes em aramaico, e o NT foi escrito em grego, não o grego clássico falado pelos poetas, políticos, a sociedade de alta classe, etc, mas no grego koiné, que era falado pelo povo comum da época. Na época do Império Romano, o grego era o idioma falado por todo o Oriente Médio. Ela não foi escrita com a divisão em capítulos e versículos, mas foram acrescentados posteriormente para facilitar a localização de passagens bíblicas.

Hoje, há diversas versões da Bíblia publicada em português. Há as versões clássicas, revisadas e até mesmo escritas em linguagem popular. A primeira Bíblia em português foi a tradução feita por João Ferreira de Almeida, português nascido em Lisboa, que se converteu ao Evangelho aos quatorze anos. Logo se interessou pelo estudo das Escrituras e se tornou um fervoroso evangelista. Ao ver a necessidade de se ter uma Bíblia em seu idioma, começou a traduzi-la, começando pelo Novo Testamento que foi publicado na Holanda em 1681. A Bíblia de Almeida completa só foi publicada em 1753.

No Brasil, a Bíblia de Almeida foi publicada a primeira vez em 1944 pela Imprensa Bíblica Brasileira. Atualmente existem outras traduções da Bíblia em português como a do Padre Antonio Pereira de Figueiredo, Padre Matos Soares e Padre Humberto Rhoden.

Conhecendo o Autor da Palavra de Deus

Embora a Bíblia seja composta por 66 livros e ter sido escrita por cerca de 40 escritores diferentes, somente Deus é o Autor da Bíblia. Segundo se lê em II Tm 3.16-17 e II Pe 1.21, vemos que foi Deus que inspirou os escritores da Bíblia. Entende-se por inspiração em relação às Escrituras Sagradas o fato de que homens receberam a influência sobrenatural do Espírito Santo, como um sopro, capacitando-os a receber e transmitir a mensagem divina. A própria Bíblia reivindica para si a inspiração divina quando diz a expressão “Assim diz o Senhor”, por diversas vezes. Confere em sua Bíblia alguns exemplos: Ez 11.05; II Cr 20.14-15; Am 2.01.

Há a revelação que é dada por Deus ao escritor de coisas desconhecidas. Como exemplos de alguns fatos revelados, podem-se citar: José interpretando os sonhos de Faraó (Gn 40.08 e 41.15,16); Daniel interpretando os sonhos de Nabucodonosor (Dn 2.02-07); E a Paulo foi revelado acerca do Senhor Jesus Cristo (Gl 1.11,12 e I Co 11.23).

Há também ordem direta de Deus para que se escrevesse alguma coisa, como, por exemplo, o caso que é relatado em Jr 36.01, 02, 27 e 28.

Podemos, então, concluir, que de fato a Bíblia foi inspirada por Deus, pois também se destacam mais algumas provas da interferência divina na composição e preservação das Escrituras através dos séculos.

A inerrância, ou seja, não há erro ou contradição doutrinária, histórica, ou científica na Bíblia.

A veracidade da Bíblia, ou seja, sua fidelidade é comprovada pelo cumprimento de inúmeras profecias. Há dois tipos de profecias: as literais e as que são expressas por tipos simbólicos. Inúmeras profecias já se cumpriram no passado, em sentido parcial ou total; outras estão se cumprindo nos dias atuais, e muitas outras se cumprirão no futuro.

Profecias com relação ao Messias que foram pronunciadas com séculos de antecedências cumpriram-se literalmente, com toda precisão quanto ao tempo, local e outros detalhes (confere Gn 49.10; Is 7.14; Rm 9.14-26; Mq 5.02; Zc 9.09).

Outro ponto importante são as profecias relacionadas com a nação de Israel sobre sua dispersão, retorno e progresso material e espiritual.

O cumprimento contínuo das profecias bíblicas é, de fato, uma das provas de sua origem divina. O que Deus falou, isso sucederá (Jr 1.12).

A importância de se ter uma comunhão diária com Deus através de Sua Palavra

Sabendo de antemão que a Bíblia é a Palavra de Deus (II Tm 3.16) e por Ele inspirada (II Pe 1.21), logo, se faz necessário saber o que o Senhor nosso Deus quer nos revelar através de Sua Palavra escrita, pois pela Bíblia, Deus fala pela linguagem humana para que possamos entendê-la.

Para que alguém se torne um bom cristão, é necessário estudar as Escrituras, pois é através dela que se aprende acerca da revelação de Deus para o homem. A Bíblia trás, ao conhecimento, toda a história da humanidade: a criação, a queda e o juízo final. A Bíblia ensina também como o homem caído e separado de Deus pelo pecado pode reatar a comunhão perdida através da obra expiatória de Jesus.

A Bíblia é mais do que um simples livro. Ela é a própria Palavra de Deus inspirada e revelada, logo, para se conhecer a Deus, não há outro caminho senão através do conhecimento da Sua Palavra (Jo 5.39). Ela é o “Manual do Fabricante”.

Por que devemos ler a Bíblia diariamente?

Um dos principais deveres de um cristão é meditar, na Palavra de Deus. Meditar na Palavra de Deus, na verdade, significa: submeter a Bíblia a um exame interior (aplicar os ensinamentos bíblicos na minha vida diária), ponderar (examinar a Bíblia com muita atenção), estudar a Bíblia, considerar o que ela nos ensina, refletir em seus ensinamentos, concentrar intensamente o espírito nela, pensar diariamente nela (Sl 1.02). E realmente é isso mesmo que Deus deseja que façamos. Por quê? Por vinte e seis motivos, pelo menos:

Por se tratar de uma ordem divina: Js 1.08; Jo 5.39; II Tm 2.15 e II Pe 3.18a; Não ler a Palavra de Deus diariamente é desobediência, e a Bíblia diz que Deus muito se compraz com a obediência de seus servos (ler I Sm 15.22);

Para sermos perfeitos, santos: Dt 17.19; Sl 1.02, 119.11, 105; Jo 6.63,67-68 e II Tm 3.16-17;

Para sabermos como testemunhar à outros: Sl 119.42 e I Pe 3.15. Como poderei falar daquilo que não sei? Portanto devemos primeiramente aprender para depois falar;

Para não perecermos por falta de conhecimento: Os 4.06a e 4.14b; Zc 11.17;

Por que amamos a Jesus nosso Senhor: Jo 14.15, 21, 23-24;

Por que ela nos dá a certeza de que Jesus virá nos buscar: Rm 15.04 comparando com Jo 14.01-03;

Para sermos bem-aventurado: Sl 1.01-02;

Por que temos prazer de meditar na Palavra de Deus: Sl 1.02 e 119.16;

Por que ela é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos: Sl 119.105;

Por que para nós, a Palavra de Deus é mais doce que o mel: Sl 119.103;

Para sabermos como responder aos que procuram a destruição de nossas almas: Mt 4.01-11 e Sl 119.42;

Por que quando aprendemos com o Senhor Jesus, achamos descanso para a nossa alma: Mt 11.29;

Por que devemos estar aptos a ensinar a outros a guardar os mandamentos do Senhor: Mt 28.20a e II Tm 2.02;

Por que ela nos consola em nossa angústia: Sl 119.50;

Por que ela esclarece e nos dá entendimento: Sl 119.130 e II Tm 3. 16-17;

Por que ela é Pura, isto é, sem mistura: Sl 12.06/ 19.08 e 119.140;

Por que ela é Santa, Justa e Boa: Rm 7.12;

E também ela é Perfeita: Sl 19.07;

Por que ela nos ensina como chegarmos diante de Deus aprovado: Lc 21.36 e II Tm 2.15;

Por que ela é poderosa em sua influência em nossas vidas: Jr 5.14 e 23.29/ Rm 1.16/ Ef 6.17 e Hb 4.12;

Por que ela é absolutamente digna de confiança: I Rs 8.56/ Mt 5.18 e Lc 21.33;

E também ela é Fiel e digna de inteira aceitação: I Tm 4.09;

Por que ela nos capacita a discernir entre a Verdade e o erro: Is 8.20 e I Pe 4.11a;

Para não sermos agitado de um lado para outro por todo vento de doutrina que surgem por aí: Ef 4.14;

Por que tudo o que foi escrito nela, para o nosso ensino foi escrito: Rm 15.04;

E principalmente por que: Jesus leu a Bíblia (Lc 4.16-20); Jesus ensinou a Bíblia (Lc 24.27); Jesus chamou-a de “A Palavra de Deus” (Mc 7.13); Jesus cumpriu-a (Lc 24.44); e Jesus afirmou que ela é a Verdade (Jo 17.17).

Onde eu devo ler a Bíblia?

Em todo lugar: Dt 11.19-20 (um estudo devocional).

Como eu devo ler a Bíblia?

Diariamente: Êx 16.04; Dt 17.19; Js 1.08 e Cl 3.16ª;

Em oração: Ef 6.18; I Ts 5.16-17 e Lc 18.01;

Sob a unção e a direção do Espírito Santo: Jo 16.13; Ef 6.17 e I Jo 2.20,27.

Corretamente: Dt 12.32; Pv 30.06; Is 8.20; I Co 4.06b; I Pe 4.11a; Ap 22.18-19 e (Jz 12.05-06 – 42.000 mortos por causa de uma palavra pronunciada errada);

Não de qualquer jeito: Jr 48.10a;

Devemos lê-la TODA: II Tm 3.16,17; Na Bíblia, nada é dito de uma vez, nem uma vez por todas. Se você não ler a Bíblia toda não poderá conhecer a verdade completa. Não espere compreender a Bíblia toda (Dt 29.29), mas, a Bíblia sendo um livro divino é inesgotável. Não existe entre os homens ninguém “formado” na Bíblia. Como o irmão pensa entender um livro que nem sequer o leu todo ainda?;

Aplicando-a a si próprio: Js 5.14b e I Sm 3.10; Há pessoas que ao fazer a leitura da Bíblia, tudo que é conforto, bênção, promessas, elas aplicam a si, mas tudo o que é ameaça, exortação, aviso, aplicam aos outros;

Mas com fé: Tg 1.05-06.

Qual o segredo de uma vida cristã vitoriosa?

Praticar a Palavra de Deus: Tg 1.22-25 comparando com o que disse o Senhor em Mt 7.24-27;

Deixar o Espírito Santo agir como bem entender em nossas vidas: Jo 3.08;

Dobrando os joelhos, ou seja, orando em todo tempo: Mt 26.41; Lc 18.01-08; Ef 6.18; I Ts 5.17; I Tm 2.08.

Conclusão:

Devemos nos alimentar da Palavra de Deus a todo instante, pois viver sem se alimentar diariamente da Palavra de Deus, é estar morto espiritualmente. João 6.63 afirma que a Palavra de Deus é VIDA! Por isso, devemos nos alimentar diariamente da comida que o Senhor nos tem dado que é a Sua Palavra. E mais, devemos lê-la, não aos pouquinhos, mas “de montão”, não um ou dois capítulos por dia, mas pelo menos 1 hora todos os dias. Devemos nos esforçar em passarmos ao menos 1 hora aos pés de nosso sublime Mestre aprendendo a Sua amada Palavra.

(Ler Lc 10.38-42).

Elaborado por Douglas Diniz Curcino em 26 de fevereiro de 2007.

sábado, 14 de agosto de 2010

RECEBI UM COMENTÁRIO NA POSTAGEM ANTERIOR E QUE PRECISA DE UMA RESPOSTA


Resposta ao comentário publicado na matéria LI E GOSTEI...NÃO SOU (MAIS) DIZIMISTA, GRAÇAS A DEUS!

Eu ir a uma igreja de Mórmons? Nem a pau! Essa seita ensina heresias destruidoras a ponto de dizer que Jesus é irmão de Lúcifer. Sem contar que segundo um dos profeta dessa seita, só vai entrar no céu quem tiver o consentimento de Joseph Smith. Outra coisa, você me acusou de não ter lido a Bíblia toda, mas sem querer me aparecer, já li muito mais que você imagina, e mais, se quiser me convencer de alguma coisa, tente basear seus argumentos pela Bíblia, pois acredito unicamente na Bíblia e a tenho como única regra de fé e prática, ou seja, não preciso do livro Doutrinas & Convênios, Pérola de Grande Valor e muito menos do Livro de Mórmon que vocês chamam de Outro Evangelho de Jesus Cristo. Paulo disse que qualquer outro evangelho é maldito (Gálatas 1.8,9). Outra coisa meu caro, procure aqui no meu blogue o estudo que fiz com o título O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O DÍZIMO. Quer saber? Vou refazer um estudo que fiz sobre o mormonismo e vou publicar aqui para todos verem a farsa que é a igreja dos Mórmons. Você precisa largar essa seita o mais rápido possível, pois ela engana as pessoas ao afirmar ser a única igreja verdadeira e que Joseph Smith é um verdadeiro profeta de Deus. A Bíblia e as doutrinas mórmons não são compatíveis, ou uma ou outra, eu, porém, aconselho você escolher a Bíblia. Quanto a dízimo, é somente para aqueles que não sabem interpretar a Bíblia sozinho e se deixa levar por tudo o que dizem por aí. Que Deus tenha misericórdia de sua alma e dê mais uma oportunidade de você deixar de vez essa seita e entregar sua vida a Cristo conforme está escrito na Bíblia Sagrada que é a verdadeira e única Palavra de Deus.

Sinceramente Douglas Diniz Curcino

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Li e gostei... Não sou (mais) dizimista, graças a Deus!


Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Abraão dizimou somente uma única vez e produto de uma guerra [Gênesis 14]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Jacó fez voto em dar dízimo, e não há relatos bíblicos que ele tenha dizimado [Gênesis 28.22]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Malaquias era um profeta que estava falando para o povo de Israel no tempo da Lei mosaica (Antiga Aliança de Deus com Israel) e não para os gentios (eu e todos os que não são de Israel); Não sou dizimista, graças a Deus, pois, quando Deus fala em Malaquias [3.11], sobre o devorador [“repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra”], refere-se aos frutos da vossa terra, as plantações, as colheitas do povo de Israel, pois, os dízimos no Antigo Testamento (Antiga Aliança), eram em forma de alimentos, para o sustento dos levitas, viúvas, estrangeiros [Deuteronômio 14.22-29]... e este devorador não vai agir em nossas vidas, em nossos salários de trabalhadores gentios! Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Jesus em Mateus [23.23] estava falando sobre o dizimar com os fariseus no tempo da Lei mosaica que Ele mesmo cumpriu na cruz do Calvário, e não falou para os gentios (eu e todos os que não são de Israel) darem dízimos; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Jesus ensinou que nossas dádivas devem ser para os pobres e necessitados [Mateus 19.21]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Deus não chamou homem algum para barganhar bênçãos, mas nos fez uma promessa, a vida eterna [1João 2.25]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, “é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” [Atos 20.35]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, a Igreja de Cristo não precisa de dinheiro e muito menos ser sustentada pelo homem; a Igreja de Cristo é a reunião de todos aqueles que amam e professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra; sem rótulos, denominações, doutrinas, e dogmas; aliás, as igrejas evangélicas não são obra de Deus, são instituições religiosas criadas por homens, todas! Não sou dizimista, graças a Deus, pois, Deus suprirá todas as minhas necessidades e não preciso barganhar com dízimos e ofertas [Filipenses 4.19]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, tudo vem das mãos de Deus e não preciso devolver nada para receber mais [1Crônicas 29.14]; Não sou dizimista, graças a Deus, pois, tenho certeza que o meu rico tesouro está nos céus [Mateus 6.19-22] e contento-me com o que possuo nesta vida [1Timóteo 6.8; Hebreus 13.5].


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

Esse texto em seu contexto original, é só clicar para mais artigos:

http://jesusmaioramor.blogspot.com/2010/08/nao-sou-dizimista-gracas-deus.html

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Minha singela homenagem para o Dia dos Pais...

Meu pai...

Como em todos os dias desde quando você partiu,

Estou a pensar em você.

Não há um dia que eu não me lembre de você,

Pois não há um dia sequer, que quando me recordo,

Eu não derrame lágrimas de dor e de saudades.

Não são somente aquelas lágrimas que me escorrem pelo rosto

Mas também aquelas que rolam bem lá no fundo da minha alma.

Esse tipo de saudade dói muito!

É muito difícil de suportar.

Ela sufoca, dá um nó na garganta,

E me arranca lágrimas que não consigo evitar.

Pois esse tipo de saudade não tem cura

Ela veio para ficar...

E eu nem sei onde você está agora

Talvez eu nem te veja nunca mais

Embora eu tenha um resto de esperança

De quem sabe um dia, poder lhe dar um beijo,

Um abraço talvez, quem sabe?

Que saudades, meu pai...

As lembranças me matam...

Que saudades...

Agora eu tenho um filho

Ele é tão lindo!

Quando vi ele pela primeira vez, eu fiquei radiante de alegria,

Como você também ficou quando me viu pela primeira vez.

Olho para ele e tanta coisa me faz lembrar você...

Essas recordações me matam...

É difícil suportar...

Essas recordações me matam...

Tantas coisas eu queria te dizer,

Queria tanto te ver, te dar um beijo...

Um abraço talvez...

Queria tanto que você visse meu filho.

Queria tanto passar as mãos em seus cabelos brancos

E dizer o quanto ainda te amo, meu pai!

Como eu ainda te amo...



Escrito por Douglas Diniz, em memória de Diniz Curcino (foto)